sábado, 4 de março de 2017

Eno Academia novo site com curso sobre vinhos!

Olá meus queridos wine lovers tudo bem? Bem é com orgulho que anúncio o site Eno Academia, eu em parceria com João Gabriel Mira de Bento Gonçalves no Rio Grande Do Sul estamos lançando esse projeto que nasceu no coração da Italia. Facilitar o acesso a um curso para iniciantes sobre vinho, você saberá tudo da história à técnicas de degustação. Não perca essa grande oportunidade. Abraixo o site para você deixar seu e mail e ficar por dentro da data de lançamento. Esperamos por vocês.

http://enoacademia.com

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Gewürztraminer Maso Cantanghel uma Jóia de vinho!









Bom início de semana meus amados amigos, tudo bem? Hoje volto com vocês na região de Trentino alto adge, pra falar desse vinho maravilhoso que alcança sua excelência na sua patria de origem que essa já foi citada acima. O nome e bem difícil de pronunciar Gewürztraminer, vinho conhecido por seu aroma inconfundível, mas a Vinícola Maso Cantanghel deu origem à um grande vinho.A Cantina  pertence a Federico Simone que vem de uma familia que produz vinhos a décadas com a vinícola Cantine Monfort que já mecionei no blog pela qualidade dos seus vinhos.
Mas voltando a Maso Cantanghel vamos falar do seu Gewürztraminer que vem da zona do Valle di Cembra a 450 mt acima do nivel do mar e solo de origem vulcânica,  me deixou impressionado, um vinho biológico feito respeitando a natureza e seu terroir gerou algo difícil de se encontrar em muitas vinícolas, ou seja unicidade, quando degustei esse vinho notei logo simplicidade e elegância caminhando lado lado. Intenso no nariz perfumes inconfundíveis de frutas tropicais e especiaria, de cor amarelo palha quase Dourado enche os olhos. Na boca é seco, quente e persistente e no retrogosto se confirma todos os aromas sentidos no exame olfativo.



                                    
Vinho para acompanhar pratos a base de peixe, se harmoniza muito bem com a cosinha asiática e como aperitivo. Tudo isso graças à capacidade de Federico Simone de respeitar o terroir e nos presentear com a genuidade da natureza.

Lembrando que desde 2012 a vinicola tem o selo de vinho biològico.
Bem fica por aqui nosso artigo, abaixo o link do site para maiores confirmações sobre a Vinícola.


http://masocantanghel.eu/masocantanghel/

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Consulência em Vinhos Italianos!



Bom dia a todos os que vem  acompahando o blog caçadores de vinho.
É com orgulho que comunico que me diplomei Sommelier pela Associazione Italiana sommelier e depois de tanto tempo colegando paixão e estudos me coloco a disposição como Wine consultant ou seja na área de consulência em vinhos. Conhecendo bem o mercado italiano e vários produtores sou preparado para dar qualquer suporte para quem quer começar a negociar com os produtos de enogastronomia desse maravilhoso país.
Para informações entrar wm contato:
wathandson@gmail.com
Celular: +39 3341524242
Watha Cabral Sommelier

VinItaly e Vinnatur os Dois grandes eventos de Abril!








Bom dia meus queridos a quanto tempo! Depois de um tempo sumido por causa dos estudos voltei pra alegria de vocês. E pra começar 2017 com o pé direito vamos falar dos dois grandes eventos italianos no mundo do vinho que acontecerá em abril.
Bem o VinItaly já sabemos que é o maior evento da Italia e do mundo no setor de vinhos serão centenas e centenas de produtores de vinhos italianos reunidos para promover a imagem vinivola do Paìs os visitantes de todo o mundo, e claro não falta a parte dos paises do exterior que tentam entrar no mercado italiano.
A feira acontecerá do dia 9 ao 12 de abril.
O Vinnatur em vez é um evento de menor dimensão, são 170 produtores do mundo que promovem vinhos biológicos, feitos sem nehum tipo tratamento de pesticidas ou ferrizantes quimicos nas uvas antes de vinificadas, tudo com respeito a natureza e ao terreno. Um evento de dimensão muito menor mas muito interessante. Acontecerá entre 8 -10 abril justamente para confrontar o VinItaly que é voltado para o Marketing e à grande distribuição de alguns produtores que fazem muito vinho renunciando a qualidade natural das uvas e usa produtos quimicos para melhorar o mesmo.
Então você decide em qual evento ir, espero vocês por lá. Um abraço e até mais wine lovers.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Parceria entre caçadores de vinho e o Grupo L'altra Italia vini!

Bom dia meus amigos,  é com prazer que anúncio a parceria com o Grupo de distribuição de vinhos piemonteses L'altra Italia vini,  com uma ótima seleção de várias Vinícolas da região do Piemonte,  para poder oferecer uma vasta gama de etiquetas de vinhos de excelência entre Barbera e Nebbiolo e claro Barolo e Barbaresco entre outros,  você pode agora entrar em contato conosco para comprar esses vinhos.  Abaixo o site da distribuidora Piemontesa e meu contato pessoal para maiores informações :

http://www.laltraitaliavini.it/

Celular : +39 3341524242 

Email : wathandson@gmail.com

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Tollo, A excelência do território Abruzzese!



Bom dia amigos,  como vocês estão? Hoje vamos ver a história é os vinhos da vinícola Tollo,  na régio de Abruzzo,  referência  em vinhos de qualidade desse território maravilhoso. 

A Cidadizinha de Tollo na província de Chieti tem história longa na produção de vinhos,  até porque fazem séculos que a bebida preferida de Baco é feita nessa região,  já na idade de bronze se faziam vinhos nessa região.  E é nesse contexto e nessa cidade que nasceu a vinícola Tollo, fundada em 1960,  e hoje com aproximadamente 13 milhões de garrafas por ano de vinhos,  isso devido aos 780 sócios da vinícola, por ser uma vinícola cooperativa e com 3.000 hectares de vinhedos. É uma das mais importantes realidades da indústria do vinho italiano. Quando muitos dizem que números não é sinônimo de qualidade eu sou muito cético,  até porque através da vinícola Tollo pude constatar que junto com a quantidade de garrafas acompanha também a qualidade. 
No seu currículo sua  soma vários prêmios internacionais,  como Mundus Vini 2010,  Weinwirtschaft aug.2010,
Decanter world wine Awards 2011 em Londres com prêmios para o Pecorino 2010, Terre di Chieti igpe medalha de bronze, entre outros vinhos que venceram medalhas no mesmo evento. Concours Mondialdle Bruxelles 2011 com medalha de ouro  para o Valle d'oro 2010 Cerasuolo D'Abruzzo dop, e medalha prata para o Cagiolo 2008.  Entre tantos outros eventos que se devo elencar todos vai sair um livro aqui haha. 



Bem sendo uma vinícola de reconhecimento internacional já dá pra vê a qualidade dos vinhos,  mas vamos falar daqueles que eu degustei e posso falar que são vinhos de altíssimo nível. 
Bem,  fui muito bem recebido na vinícola,  a simpatia do povo Abruzzese é sensacional,  são muito cordiais,  em fim,  iniciei com o Espumante método Charmat feito com a uva Pecorino,  ótimo como aperitivo,  acompanha bem pratos de peixe delicados.  Setores de frutas brancas como pera,  boa acidez e bem mineral,  aconselho. 
Depois passei para os brancos secos,  o Coccociola 2015,  feito com a uva do mesmo nome me deixou muito surpreso,  setores no nariz de maçã,  pera,  vem mineral com bom equilíbrio entre sapidez e acidez, um bom vinho pra consumir jovem. Outro vinho de peso da vinícola é o Pecorino terre di Chieti , vinho típico Abruzzese que venceu vários prêmios internacionais,  notas de pera e frutas tropicais como manga e abacaxi, boa estrutura e com uma ótima persistência na boca. 




Mas com todo respeito pelos vinhos típicos Abruzzesi,  o que me deixou impressionado foi Cretico 2013,  um Chardonnay de todo respeito que não teme nenhum  Chardonnay francês,  tanto que a colheita 2009 venceu o prêmio como melhor Chardonnay do mundo na França. Vinho elegante,  de uma grande complexidade devido a maturação em barris de carvalho,  no nariz se encontra setores como frutas secas,  vanilha e mel,  sabor marcante e de longa persistência,  ótimo com pratos de sabor marcado e carne o peixe,  acompanha bem também queijos envelhecidos, aconselhadissimo. 
Outro branco muito bom é o C'Incanta,  trebbiano que faz fermentação espontânea sem adicionar leveduras,  de cor amarelo palha quase dourado,  perfumes de frutas maduras e setores cítricos e frutas secas. Longa persistência com um final de amêndoas. 
Seguindo  em frente com a degustação passei para os tintos, comecei com o Mo,  montepulciano d'Abruzzo riserva 2011,  vinho de grande estrutura devido aos 24 meses de maturação em barris de carvalho,  feito com uva Montepulciano,  de cor rubi límpido,  perfumes intensos de frutas vermelhas com notas terciárias como couro e canela.  Um grande vinho. 
E claro não podia ficar se fora o Cagiòlo,  outro Montepulciano d'Abruzzo riserva,  sempre 24 meses em barris de carvalho,  feito com uvas de videiras de 40 anos,  venceu diversos prêmios internacionais. 
De cor rubi intenso,  na nariz nos remete a frutas vermelhas e setores terciários,  vinho de grande estrutura e complexidade,  pra Harmonizar com pratos de carne com sabores fortes e queijos importantes. 
E pra não esquecer degustei também o Rosè Hedòs Cerasuolo D'Abruzzo ,  vinho da aperitivo e para pratos de peixe,  muito agradável e equilibrado. 
Bem como deu pra ver,  a vinícola Tollo faz vinhos de altíssima qualidade que vem demonstrando com os prêmios ganhos nos anos,  sem falar que tem uma gama muito ampla,  outros vinhos não degustei,  mas levando  em conta a qualidade dos que bebi serão de boa qualidade igualmente. 


Agradeço a Vicenza Alboini pela gentileza que mesmo não estando presente me deu todo suporte para fazer uma ótima degustação. 

No Brasil pra quem quer adquirir  os vinhos da vinícola Tollo entrem em contato com a distribuidora de alimentos expecialista em produtos italianos a Belpaese representações,  vou colocar abaixo o site da Belpaese e da vinícola Tollo para quem quiser mais informações sobre seus vinhos,  um forte abraço a todos. Aproveitem.

http://www.belpaese.com.br/

http://www.cantinatollo.it/

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Top 10 dos caçadores de vinho










Olá wine lovers,  um bom dia,  hoje vamos listar quais foram os 10 degustados por mim nesses últimos 3 meses,  vamos nessa conheçam os vencedores do top 10:
1° chardonnay torrepieve 2013
Tenuta Santa Maria alla pieve.

2° chardonnay Cretico 2013
Cantina Tollo.

3° Etna rosso Cavanera 2011
Cantina Firriato.

4° Amarone della valpolicella classico 2010
Cantina Corte Fornello.

5° ormeasco di Pornassio sciac-tra 2015
Cantina lupi

6° lambrusco Canova grasparossa 2015 
Cantina fattoria Moretto

7°  Bolgheri rosso 2013 
Cantina Banfi

8° sassella Valtellina superiore 2012 
Cantina Nino Negri

9° Cuvée Brut rosé método clássico 2015
Cantina Corte Fornello

10° Cannonau Isula 2013
Cantina Giampietro Poggioni

E é isso aí meus amigos,  vocês conferiram a lista dos dez melhores vinhos degustados nos últimos meses,  espero que tenham gostado.   Um abraço.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Corte Fornello vinhos pra você amar












Olá meus queridos amigos wine lovers,  como vocês estão? 
Hoje vamos passear mais uma vez pela região do Veneto, mas não na zona do Amarone,  mas sim da outra parte,  terra dos vinhos Custoza e Bardolino. 
Vinícola conduzida por Ivano Venturelli,  seguindo os passos do pai ele é a quarta geração que produz vinhos de qualidade na cidade de Valeggio. 





Com muita dedicação e paixão,  a Vinícola Corte Fornello produz vinhos de um ótimo custo benefício,  muito difícil de encontrar no mercado,  mas que aqui é uma realidade onde se pode encontrar vinhos bons com preços justos.  Degustei algumas de suas etiquetas que falarei abaixo.
A degustação começou com dois Espumantes método clássico,  o primeiro foi o Rosé um bland entre Pinot noir e Corvina veronese,  bem mineral,  notas florais e frutada,  na boca sapido e de boa acidez,  ótima persistência gosto olfativa. 
Aconselho para aperitivo. Depois degustei o brut normal  feito com Pinot nero e Chardonnay,  36 meses nas leveduras,  dando uma boa complexidade,  Perlage fine e numeroso.  Sapido e ácido na quantidade justa. Acompanha bem pratos a base de peixe. 
Logo passei para o Custoza Superiore,  no nariz notas de frutas brancas,  como pera e maçã,  bom equilíbrio no seu todo.  Ótimo para acompanhar carnes brancas. 
Passando para os tintos,  degustei um Merlot chamado il David com setores bem complexos,  como defumado,  couro e as típicas frutas vermelhas.  Um grande vinho pra acompanhar pratos de carnes suculentas. 





Logo passei para o Bardolino,  vinho típico da zona,  um tinto macio,  elegante que venceu vários prêmios. 
Por último degustei o Amarone da casa feito de um pequeno território que pertence à Vinícola na zona do Amarone clássico,  vinho de grande estrutura,  complexo e de uma persistência incrível na boca,  elegância sem fim. Uma grande surpresa para mim que valeu a pena. 
Gostaria de agradecer ao senhor Ivano Venturelli pela gentileza de acolhença. 
É isso meus amigos terminando por aqui,  pra quem quizer mais informações sobre a vinícola abaixo o link da mesma,  fui!

http://www.cortefornello.com/ita/index.htm

sábado, 17 de setembro de 2016

Os 50 melhores vinhos da Itália 2016

Saiu o resultado da Biwa ( responsável por eleger os 50 melhores vinhos da Itália)  confiram a lista abaixo.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

A Itália do Vinho : parte 2, Piemonte!





Olá queridos amigos wine lovers,  dando continuidade a série de artigos sobre a Itália que começei semana passada,  hoje vamos falar da região mais célebre internacionalmente pelos vinhos inconfundíveis,  a região do Piemonte. Essa região cheia de colinas e paisagens lindas que se alternam entre colinas e montanhas é como a Borgogna Italiana,  vinhos de grande estrutura,  elegância e que melhoram com os anos,  assim é o Barolo que nasceu na metade do século XVIII,  e seu irmão menor Barbaresco,  ambos filhos da uva Nebbiolo,  uva que representa ao máximo o território Piemontese.  Mas não só de vinhos tintos é feita essa região, a cidade de Asti onde nasceu os primeiros Espumantes de Moscatel ganharam vida aqui. Região também conhecida pela sua culinária tão Rica que harmonização aqui não é difícil! 
Bem,  essa região tem 17 D. O. C. G e 42 D. O. C,  ou seja a região com maior quantidade de vinhos com essas denominações,  isso para manter a qualidade dos vinhos,  praticamente não existe IGT ( Indicação Geográfica Típica). 
Bem, a região do Piemonte é dividida em 8 grandes áreas vitivinícolas,  que vou elencar abaixo :
A primeira a norte de Novara e Vercelli,  onde encontramos as DOCG Gattinara e  Ghemme, as uvas principais dessa região são a Nebbiolo, aqui conhecida com Spanna,  a Barbera e a Croatina e o uva branca Erbaluce. 
Partindo para a segunda região que faz fronteira com a Vale D'Aosta encontramos a DOC Canavese e Carema,  as uvas são sempre nebbiolo e Erbaluce. 
Na terceira região perto de Torino se encontra a DOC collina Torinese,  as principais uvas são as Freisa,  barbera,  bonarda e dolcetto.  Aqui existe também a Docg Erbaluce di Caluso. 
A quarta região,  a Monferrato que  é entre os municípios de Asti,  casale Monferrato,  Ovada e Gavi é a que mais tem Docg,  entre elas a Barbera di Monferrato superiore,  Dolcetto d'Aqui, Ovada,  Gavi etc. Uvas mais cultivadas são ; Moscato Bianco,  Cortese, Grignolino e Malvasie a bacca nera.
Quinta zona é o L'Astigiano, importante zona onde se fazem Espumantes com o Moscato Bianco, que compreende também a DOC Loazzolo,  famosa pelo Moscato passito. 


Sexta zona,  Tortonese,  que sendo conhecida pelas uvas Cortese e Barbera é mãe do vinho branco autóctono Timorraso. 
As duas últimas regiões vem dívidas pelo rio Tanaro, a esquerda encontramos a Docg Roero e as uvas Nebbiolo,  Barbera e Arneis, e a direita do Rio la Langa,  mãe das Docg Barolo,  Barbaresco,  vinhos feitos com a uva Nebbiolo,  onde se esprime o seu  melhor nesse lugar lindo. 
Bem gente essa matéria foi para da uma idéia de como é dividida a região do Piemonte e alguns dos seus vinhos mais importantes,  se fosse escrever mais detalhes sairia um livro falando dessa região. Espero que tenham gostado e até mais.

domingo, 7 de agosto de 2016

Fattoria Moretto! Lambrusco de respeito.





Bom dia wine lovers como vão seus vinhos? Haha deixando de lado a brincadeira, hoje vamos voltar a minha terra de adoção a Emília Romagna,  região de cozinha renomada,  comida maravilhosa e é claro casa do tão conhecido Lambrusco,  vinho tinto frisante. 
Nosso passeio será na província de Modena,  na cidade de Castelvetro,  conhecida pelo Lambrusco DOC grasparossa di Castelvetro. As vezes os Lambruscos são considerados vinhos de baixa qualidade por serem econômicos e no passado não terem grande personalidade,  antes se apostava na quantidade,  não na qualidade das uvas. 
Mas isso é passado,  nos últimos anos deu um grande salto de qualidade,  pois muitos produtores jovens entenderam o terroir e as exigências de mercado mais exigente com a qualidade. 
Foi nesse contexto que nasceu na década de setenta a vinícola Fattoria Moretto,  na cidade de Castelvetro Di Modena. A família Altariva na passado fazia vinho para a família e amigos próximos,  mas a paixão pelo mesmo levou Domenico Altariva a querer ir além e produzir Lambrusco para vender no comércio,  e com dedicação e procurando pela excelência foi se destacando no mercado.




Hoje a vinícola é conduzida por Fabio Altariva  responsável de vendas e marketing, e Fausto Altariva,  acompanha a uva da videira ao último estágio, ou seja quando se transforma em vinho, irmãos que juntos seguem a filosofia do pai, e decidiram de seguir o caminho do vinho biológico,  tudo natural,  sem intervenção química nas videiras,  sem correção em cantina,  procurando sempre a identidade do território e genuidade do Lambrusco grasparossa. Todos os vinhos são método Charmat. Na minha visita à Vinícola foi o fabio que me recebeu e foi muito gentil em me falar a história da vinícola,  e depois degustei os Lambruscos que falarei logo abaixo sobre cada garrafa degustada. 
Antes de começar com os tintos degustei o único vinho branco da vinícola que é um Pignoletto frisante, muito delicado no nariz,  com setores de maçã e pera. Boa acidez e com um ótimo frescor. Aconselho com pratos de peixe bem delicados. 
Em fim fomos para o forte da vinícola, os Lambruscos. O Rosé di grasparossa no nariz apresenta setores de frutas vermelhas como cereja,  elegante,  equilíbrado da aperitivo. 
O Lambrusco Tasso é o de videiras mais jovens, de 15 anos,  frutado,  frutas como cereja e amora, ótima acidez,  macio na boca,  sapido. Um bom vinho. 

Bem já os dois crus Monovitigno e Canova veem das mesmas videiras de 40 anos,  mudando só a composição do terreno,  o Monovitigno é de uma terra predominante argilosa em vez o Canova sabiosa limoso. Dois vinhos de grande estrutura,  persistentes e complexos,  ótimos com a cozinhar típica emiliana. 
E o último filho da casa,  o semprebon com uma quantidade de açúcar maior do que os outros,  é amabile e menos seco,  pra quem não está acostumado com o Lambrusco seco é uma ótima escolha. Lembrando que o Fattoria Moretto recebeu vários reconhecimentos internacionais como da aclamada Wine Spectator,  entre os melhores Lambruscos segundo  Decanter ficou com dois lugares 1° e 2 ° lugar,  recebeu elogios da imprensa Alemã especializada em vinhos,  sem falar que está nas melhores Guide italianas de enogastronomia como Slowfood e Gambero rosso,  reconhecimento pelos esforços da família Altariva por nos dar um vinho de altíssima qualidade. 
Bem terminou por aqui mais uma aventura em uma vinícola de grande qualidade,  agradeço a Fabio Altariva pela gentileza de ter aberto a porta de sua vinícola ao cacadoresdevinho.blogspot.it. 
Abaixo o link da vinícola para quem quiser conhecer melhor a vinícola é se enteresar em comprar seus vinhos,  um abraço amigos e até nossa próxima aventura.

http://www.fattoriamoretto.it/it/home/









terça-feira, 2 de agosto de 2016

Em 2017 o salão internacional do agroalimentar se expande!




Ela expande a Exposição Internacional de Qualidade do Agroalimentar na feira Vinitaly, com a inauguração de um novo conceito dedicado à biodiversidade das produções locais, apresentando 09-12 abril de 2017.
O objetivo é melhorar o negócio sobre comida típica italiana, explicando aos compradores estrangeiros a singularidade "local" de produtos italianos. "Biodiversidade e Territórios - explica Gianni de Bruno Wine & Gerente de Alimentos da Veronafiere -" foi criado para melhorar a peculiaridade da tradição  da comida italiana única no mundo cada vez mais apreciada pelos mercados internacionais e aumentar o Business da feira.
"Biodiversidade e Territórios", será uma área dedicada à degustação de vinhos, a guiada em torno de degustação, workshops em Inglês para os compradores estrangeiros e show cooking; um caminho que acompanha os operadores especializados estrangeiros através das áreas temáticas Sol & Agrifood : Experiência queijo, para o queijo DOP, a área de óleos extra-virgem de oliva, uma área das cervejas artesanais, degustação do café e a mais recente adição do  Salami e Biodiversidade, que é tão popular na última edição da exposição em Verona.
Fonte : http://www.solagrifood.com/

domingo, 31 de julho de 2016

Vinho em um Click!



                                                 www.cial.it/news/tra-i-trend-alimentari-del-2016-il-vino-in-lattina



Bom dia wine lovers como vocês estão? 
Bem hoje vou falar de algo que vai de moda já à algum tempo,  o vinho em latinha! Isso mesmo pra quem não sabia, na França , Estados Unidos da América e Austrália também,  se comercializa vinhos como Pinot grigio,  syrah e merlot e já são vendidos nessas confecções nada convencionais. 
Mas qual seria estado o motivo de tal decisão de comercializar um néctar milenar de forma tão inusitada? A resposta é marketing a go go,  atingir a geração mais jovem,  torna o vinho pop!  Mas uma pergunta que me impus logo foi : mas vinho de qualidade se pode comercializar em latinha? A resposta é não,  vinho simples sem pretensão como pignoletto, Pinot noir de baixa qualidade, Lambrusco industrial entre outros de qualidade inferior sim,  mas um grande  vinho de guarda é impossível,  não seria o recipiente ideal para conservar vinhos desse porte.  Tudo não passa de estratégia de vendas para atingir parte da população mais trend,  juntando isso com o canudinho é o fim da linha. Não pensem que sou um puritano que não gosta de mudanças,  creio que mudanças vão feitas se isso agrega qualidade e valor ao produto (no caso vinho), mas só para vender mais vinhos a uma camada mais jovem da sociedade e não aprofundar o conhecimento no mundo vinho é muito supérfluo. 


                                     

Claro que se um jovem entrar no mundo do vinho através essas latinhas  e depois procura de aprofundar no assunto melhor ainda,  mas saibam de uma coisa,  se alguém que está lendo esse artigo e gosta do vinho assim, saiba,  quando você tiver noções de exame gosto -  olfativo saberá que para apreciar um vinho,  a latinha e um canudo não são estrumentos adequados para poder fazer isso. 
Não entendam mau, não quero ser polêmico mas só esclarecer que vinho de alta qualidade nunca será encontrado em latinha por questão de conservação e qualidade,  claro que quem quizer provar é livre de fazer isso. 
Enfim,  veremos se essa moda será passageira ou vai se consolidar no mercado, o importante é que os apaixonados de vinho possam ir além de algo tão superficial,  lembre-se,  é melhor beber pouco e beber bem,  do que beber tanto é beber mau. 
Um abraço e até a próxima matéria.


                                                                              
                                                                               por: Watha Cabral

terça-feira, 26 de julho de 2016

A Itália do Vinho : parte 1, Valle d'Aosta!






Um bom dia meus amigos wine lovers,  bem, como todos os que me acompanham sabem moro na Itália,  um país rico de história e cultura e pra não dizer com uma enogastronomia sem igual. 
A partir de hoje toda semana vou escrever um artigo falando um pouco de uma zona vinícola desse país maravilhoso,  são 20 regiões cada qual com seu vinho e sua gastronomia,  afinal o que torna a Itália uma pátria única é sua riqueza de diversidade de uma região à outra. 
Para facilitar essa viagem vamos começar do Norte até chegar ao sul do país,  conhecendo os vinhos e alguns pratos típicos de cada região para harmonização com os mesmos, então vamos nessa? 
Para começar essa viagem pelo território vinícolo italiano iniciaremos conhecendo a região Valle d'Aosta, região montanhosa onde se contempla os alpis e o grande Monte Bianco, existe uma única DOC ( Denominação de origem Controlada.) sem DOCG ou qualquer outra DOC. Considerada a região com os vinhedos mais altos da Europa e do mundo , a mais de mil metros sobre o nível do mar. 
São mais ou menos 300 hectares de vinhedos,  todos considerados viticultura erótica,  pela extrema dificuldade na cultivação sendo zona de montanha. Clima continental,  com inverno rigoroso e no verão faz muito calor.  Aqui reina as uvas autóctones com 65% do território cultivado,  a uva mais usada pra fazer vinho tinto entre as autóctones é a Petit Rouge,  depois seguida pela Fulmin e Vien de Nus,o restante dos 35% ficam com Pinot noir,  gamay merlot e syrah. 
Nessa região entre as as uvas brancas autóctones o destaque fica com a Prier Blanc um monovitigno usado nos municípios de Courmayeur, Morgex, e la salle. 





São 3 zonas vinícolas,  LAlta Valle,  Valle Centrale e a Bassa Valle. 
LAlta Valle é aonde nasce o Blanc de Morgex et la Salle,  os dois municípios onde é plantada só a uva Prier Blanc,  vinho branco com aromas que recordam o limão,  ervas aromáticas,  com uma ótima acidez e mineralidade notável. Vinho para consumir jovem entre 3-5 anos que saiu no mercado. Uma ótima harmonização que aconselho é com ravioli Di gamberi e branzino. 
A Valle Centrale é por assim dizer o Coração da Valle d'Aosta, onde se produz o vinho Torrete,  e onde o município com maior superfície plantada se encontra,  a Comune de Aymavilles. Aqui as uvas tintas prevalem sobre as brancas o qual já citado Torrete elaborado com a Petit Rouge,  principalemente nos municípios de Saint Pierre,  Quart e Aymavilles. Aqui se encontra ótimos Fulmin, vinhos feitos com a omonima uva, ótimos com a Carbonade. O raríssimo Vuillermin,  cultivado entre os municípios de Chambeve e Châtillon,  esse vinho você vai encontrar só aqui, vinho de bons Taninos e de boa estrutura que aconselho com cotoletta valdostana. 
Vinhos passitos para sobremesa encontramos na zona de Chambeve,  o Muscat Flétri feito com Moscato bianco que harmoniza muito bem com biscoitos de noces. 
Na valle Centrale se faz ótimos chardonnays com boa sapididade e frescor com evolução em barris. Harmonização perfeita com salada de crustáceos com limão. 
E para concluir nossa viagem pela Valle d'Aosta a Bassa Valle,  da Montjovet a Carema onde se chega no final da região e se inicia o Piemonte. Por ser perto da região do Barolo aqui se cultiva muito a uva nebbiolo,  aqui existem duas denominações dentro da DOC Valle d'Aosta,  a Arnad - Montjovet e Donnas,  vinhos tintos de montanha de guarda que harmonizam perfeitamente com uma Fumante Fonduta. E lembrando que em Valle d'Aosta fazem espumantes Método Classico de altissima qulidade.
E pra fechar com chave de ouro fica a dica pra quem gosta de comer bem de experimentar o prosciutto Jombon de Bosses,  único no mundo e claro o lardo de Arnald, duas iguarias sem iguais. 
Então gente boa vocês conheceram um pouco dessa linda região da Itália, as pouco conhecida do ponto de vista Vinícolo,  qualquer dúvidas ou curiosidade sobre o mundo do vinho é só me escreverem,  um forte abraço e até a próxima!













domingo, 24 de julho de 2016

O Melhor Champagne da Decada de 2000 ! é Piper-Heidsieck Rare 2002


    


A quarta edição do Wine of the Decade, organizadq por especialistas de Wine Trade, Fine Champagne  Magazine e Tastingbook.com, foi dedicada aos champagnes produzidos na década 2000-2009. A tarefa de elaborar o ranking caiu para uma equipe composta pelos editores da única revista do mundo inteiramente dedicada ao Champagne ou seja, Champagne fino Magazine, e por especialistas Tastingbook.com. Qual é o melhor champanhe da década de 2000? Entre 2015 e 2016, o júri avaliou, na sequência de provas cegas, mais de 1.000 Champagne. Apenas os 100 primeiros ganharam acesso à final, realizada em Reims, França. Conquistou a vitória Piper-Heidsieck Rare 2002 eleito Champagne da década de 2000 depois de vencer a concorrência de todos Cuvée Prestige, branco e rosé, e todos Champagnes Vintage feitos entre 2000 e 2009. Após o excepcional prêmio dado pela revista Wine Spectator Magnum Rare 1998 raras 2002 premiados respectivamente 1º e 2º lugar no ranking de dezembro de 2015, o sucesso do Champagne da Década é mais uma prova do talento extraordinário do premiado Chef de Cave Régis Camus.
Lista completa:

1)Piper-Heidsieck Rare 2002

2) Krug Clos du Mesnil 2000

3) Louis Roederer Cristal Rosé 2002

4) Krug Clos du Mesnil 2002

5 ) Dom Pérignon 2002

6) Dom Pérignon Rosé 2000

7) Louis Roederer Cristal 2002

8) Taittinger Comtes de Champagne Blanc de Blancs Brut 2002

9) Louis Roederer Cristal Rosé 2004

10) Dom Pérignon Rosé 2005


Fonte: http://www.vinialsupermercato.it/

sábado, 23 de julho de 2016

A história de uma lenda!


                                              imagem: storyoffashion.com/wine.html


                             
Amantes do vinho,  meus companheiros de taça,  como vocês estão? Hoje vamos viajar na fascinante história do vinho mais cobiçado do mundo,  sim estou falando do Romanée-Conti.
Para quem não conhece,  esse é o vinho mais caro do mundo,  uma garra você pode chegar a pagar em média mais de 30 mil reais e dependendo da safra pode custar muito mais! Vamos conhecer a história desse vinho que poucas pessoas podem ter o privilégio de bebê-lo.
Tudo com começou em 1232 quando a Abadia de Dan Vivant descidiu comprar 1,8 hectares de vinhedo em Vosne,  mas no ano de 1631 foi comprado pela familia Croonembourg e renomeado de Romanée-Conti pelo fato de que no passa pertenceu a um prefeito romano,  junto com esse adquiriram o sinceros do lado chamados La Tâche.
Em 1760 os Croonembourg decidiram vender o vinhedo,  e então começou uma disputa entre madame de Pompadour e Louis François I de Borbone-Conti,  o príncipe venceu a disputa e os vinhedos de Romanée-Conti ficaram famosos.  Depois da revolução francesa as terras do príncipe foram colocadas a vendas e entre elas Romanée-Conti. 

imagem: http://winetimeshk.blogspot.it/

Depois de passar nas mãos de alguns ricos da época,  no ano de 1869 o vinhedo foi comprado por
Jacques-Marie Duvault-Blochet e outras empresas,  Echézeaux  Grands Echézeaux e Richebourg.
Em 1891  9,43 hectares de Romanée Saint Vivant foram comprados pelo facoltoso Nicolas Joseph Marey. Em 1898 a família Marey-Monge cedeu parte da empresa para família Latour e alugando os 5,28 hectares que restaram da Domaine Romanée-Conti em 1966. E finalmente depois desse cabaré de vende,  aluga, aluga vende,  foi vendida o restante della vinha a família Latour em 1898 . hoje o Domaine Romanée-Conti petence as famílias Villaine e de Leroy.
Para vocês terem a ideia do custo dos vinhos quem quizer investir nos vinhedos uma única uva é vendida por 16 € euros,  converta em reais e imagine quando você vai pagar em um cacho de uva.  Ou no caso se quizer a planta de videira,   você vai pagar 3 mil euros por uma única planta,  levando em consideração que são 10 mil videiras por hectare,  ipoteticamente para ter um hectare na Domaine Romanée-Conti seria necessário 30 milhões de euro,  uma fortuna.
Abaixo você vai  encontrar os vinhos e quantidade Feita anualmente na vinícola de luxo :
Romanée-Conti
Uva: Pinot Nero
Vinhedo: 1,8 hectare (monopole)
Idade média das videiras : 53 anos
Produção media: 450 caixas
No decorrer dos anos o Pinot noir mudou em 50-60 diversas variedades dentro desse vinhedo.
La Tâche
Uva : Pinot Nero
Videira : 6,06 hectares
Idade media das videiras: 47 anos
Produção media: 1.870 caixas
Richebourg
Uva : Pinot Nero
Videira : 3,51 hectares
Idade media das videiras : 42 anos
Produção media: 1.000 caixas
Romanée-St-Vivant
Uva: Pinot Nero
Videiras: 5,28 ettari
Idade media das videiras : 34 anos
Produção media: 1.500 caixas
Grand Echézeaux
Uva: Pinot Nero
Videira : 3,52 hectares
Idade media das videiras : 52 anos
Produção media: 1.150 caixas
Echézeaux
Uva: Pinot Nero
Videiras: 4,67 hectares
Idade media das videiras : 32 anos
Produção media: 1.340 caixas
Montrachet
Uva: Chardonnay
Videiras : 0,67 hectares
Idade media das videiras : 62 anos
Produção media: 250 caixas
Bem depois de ver toda essa história fica claro que como são feitas poucas garrafas e a procura é maior do que  oferta os preços são o que são,  aí você pode me perguntar; esse vinho vale tudo isso? Minha resposta é claro que não,  para beber um vinho de qualidade não precisa gastar uma fortuna por isso.
Mas como os franceses foram muito inteligentes em unir a História da Domaine Romanée-Conti,  a capacidade de fazer ótimos vinhos e um marketing fenomenal que só eles sabem fazer,  os caras vendem até pedra se quiserem ti vender algo. Com certeza é um ícone do mundo dos vinhos que poucas pessoas podem ter acesso,  mas você pode beber bem sem gastar cifras desse tipo. Então vocês conheceram a história do vinho mais desejado do mundo.  Um abraço e até mais wine lovers!

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Vinícola Fina a potência do terroir Sicíliano







             

Bom dia meus caros seguidores,  depois de um mês de férias voltando para falar da maravilhosa Sicília,  lugar de grandes encantos e de vinhos maravilhosos. 
Bem para falar dos vinhos de excelência da Sicília não tem como não falar da vinícola Fina,  uma vinícola jovem que nasceu por volta de 2002, mas que contou com paixão e dedicação do seu fundador o enólogo Bruno Fina a qual passou para seus filhos.  Teve como mentor ninguém menos que Giacomo Tachis grande enólogo italiano que ajudou a criar grandes vinhos italianos como o Sassicaia e o Tignanello,  reconhecidos internacionalmentes.
E dentro dessa história Bruno Fina procura sempre mostrar a identidade do território siciliano,  único e sem imitações,  vinhos de altissima qualidade e inesquecíveis.  Junto com Bruno,  seus filhos Marco Fina responsável de vendas,  Sergio Fina que ajuda na parte técnica e Federica Fina responsável de marketing levam avante essa vinícola de caráter famíliar. Bem vamos ao que enteresa,  fiz uma maravilhosa degustação no início de junho e falarei dos vinhos que tive o prazer de sentir.
Iniciei com o Grillo Kebrilla 2015 vinho branco de uva autoctona da Sicília,  boa sapididade,  ótima acidez,  perfumes de frutas como pera,  maçã,  bem mineral.
Logo depois degustei o vinho KiKÈ 2015,  feito da uva traminer aromático,  perfume bem intenso com uma mineralidade bem acentuada,  notas de flores brancas.  Um ótimo vinho.
Bem,  depois desses dois brancos passei para os tintos,  comecei com um Perricone 2015 ,  vinho autóctono da Sicília,  notas de frutas vermelhas como cereja, amora. Bem macio na boca,  aconselho com pratos de carne vermelha com molho suave.
Um tinto típico da Sicília que gostei muito foi o Nero d'Avola Fina 2014,  já bem complexo no nariz,  intenso e com setores de frutas maduras,  já com setores terciários como lenha,  verniz,  Taninos presentes,  mas não muito agressivos. Ideal para um bom churrasco.
O segundo Nero d'Avola Bausa selezione 2012 ,  vinho de grande complexidade e muito elegante, no nariz senti tabaco,  chocolate entre outros perfumes terciários.  Vinho da meditação.
Chegou a vez do grande nome da vinícola,  o vinho Caro Maestro,  um blend bordolese de altissimo nível,  elegante complexo e de uma maciez no paladar mesmo com dois anos de barril não é agressivo,  um vinho para quem gosta de qualidade e excelência.
Por último senti o El Aziz vinho doce feito da uva grillo,  bem equilibrado, não é enjoativo,  como tantos vinhos doces que exageram na quantidade de açúcar,  aconselho com sobremesas a base de massa e frutas secas.
Gostaria de agradecer a família Fina e Marco Fina pela gentileza e a disponibilidade de ter mostrado a vinícola e acompanhado a degustação. No Brasil vocês vão encontrar os vinhos degustados com a importadora Mercovino,  segue o link abaixo.  Um abraço a todos vocês amigos do vinho. 

http://www.cantinefina.it

http://www.mercovino.com.br/

















sexta-feira, 27 de maio de 2016

O fim da Flûte está chegando!












Olá wine lovers, como vão as coisas?  O título desse artigo pode parecer um pouco chocante,  mas é a realidade do que está acontecendo.  O Flûte pode ser elegante e muito útil para ver o perlage e o número de bolhinhas do Champagne e dos Espumantes.  Mas acaba tudo por aí, como Champagne e Espumantes métodos clássicos de boa qualidade tem  bouquet de perfumes muito rico,  o Flûte como é muito estreito o vinho método champenoise não consegue exprimir ao seu máximo seus perfumes.
Isso levou a George Riedel, produtor de taças austríaco,  a Criar uma taça adequada para degustar Espumantes! Junto com várias Masons de Champagne ele criou a Champagne wine glass !  Uma taça mais larga e maior que a Flûte,  consentindo de sentir melhor os aromas e permanecendo ideal para ver o perlage e outros fatores visíveis do espumante.
Então se você gosta de beber espumante  e champagne,  chegou a hora de dizer adeus  a suas Flûtes e dar oi a Champagne wine glass !
Veja as fotos dessa nova taça! 




















sexta-feira, 20 de maio de 2016

Vinho da Moldávia no lugar do moscato dasti em Piemonte apreendidos 70 mil litros em Canelli e Santo Stefano Belbo.

Repubblica.it

Vinho produzido na região vinícola património da Unesco, mas alcançado com produtos de derivação duvidosa. Moscato D'Asti docg, que continha vários mostos, mas não o do verdadeiro Moscato D'Asti. É a fraude alimentar, descoberta pela Guardia di finanza de Nizza Monferrato, em uma empresa de Calamandrana (At), no distrito industrial de vino Canelli-Santo Stefano Belbo, entre as províncias de Asti e Cuneo.

Para produzir 70.000 litros de vinhos apreendidos  pela Guardia di finanza,  a empresa de Asti, mas de propriedade veneta, usou diferentes tipos de ingredientes: mosto moldavo, mosto parcialmente fermentado de uva aromática, também de Moscatel de outras regiões , incluindo concentrado de vinho Moscatel dop Veneza Pinot grigio e até Montepulciano. É o que emerge depois alguns minutos da análise efectuada pelo departamento de inspecção de Central de proteção da qualidade e repressão de fraude de agroalimentos do escritório noroeste de Asti.

Os gerentes da empresa foram referidos autoridade judiciária, por "fraude de comércio" e "violação das indicações geográficas" e denominações de origem dos produtos agrícolas.

Além da falso Moscato D'Asti, as autoridades também encontraram impostos não pagados  para mais de 1,9 milhões de euros de sonegação fiscal . Já em novembro de 2015, a mesma empresa de Calamandrana havia sido apreendida 150.000 litros de Moscatel e pinot "não genuína". A mais recente Apreensão vem com uma investigação de imposto sonegado que surgiu a partir da seleção anterior na vinícola .

"Controle"diz o comandante provincial da Guardia di Finanza de Asti, Coronel Michele Vendola-continuar, não só para garantir a segurança e a qualidade dos produtos, mas também verificar o emprego regular da força de trabalho". Controles financeiros estendiam-se, simultaneamente, até mesmo para outra empresa na área, mas não havia nenhuma irregularidade.

"A indústria do vinho sofre mais e mais golpes que causam uma perda de valor para o grande Doc e Docg vinhos da nossa região"é o alarme para o Presidente da Coldiretti Piemonte, Delia Revelli "continuarmos lutando para garantir que tais práticas ilegais não ocorram ".

"Bem, a operação da guardia di finanza em Piedmont que apreendeu em Asti e Cuneo  bem 70.000 mil litros de vinhos dop, doc e docg, mas na verdade, obtidos de uvas originárias principalmente da Moldávia,", diz Susanna Cenni, do Pd para a comissão de investigação do fenômeno da falsificação.

"Nosso país tem feito grandes progressos através da construção de uma excelente reputação pela qualidade dos seus vinhos, apreciada na Itália e em todo o mundo - acrescenta-. Qualquer pessoa que se compromete com violação de rotular e falsificar esta reputação e o esforço de milhares de produtores, deve ser perseguido com grande severidade."

Fonte : la Repubblica.it

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Esclarecendo algumas coisas...

Bom meus caros seguidores, gostaria de dizer que depois que fiz meu Blog veio fora um site com o mesmo nome,  a única coisa que muda é a s final do "vinho" que vira "vinhos".
O site de chama caçadores de vinhos,  nossa semelhança para por aí,  não temos os mesmos objetivos,  então meu Blog veio primeiro e falo de minhas experiências ecológicas da Itália e de vinhos de outras partes do mundo.  Lembrando que meu Blog terminar com  .It.  Então lembre-se que quando procurarem no Google por cacadoresdevinho.blogspot.it. Esse é o original!

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Top Five! Os Melhores vinhos dos últimos dois meses!












Bom dia meus amigos,  hoje vou postar os cinco  melhores vinhos  italianos degustados nos últimos dois meses, vinhos de grande personalidade,  que representam muito bem o território de onde proveem.
Levando em conta a qualidade e o custo benefício,  fica a dica com vocês e vinhos genuínos e de qualidade
.
5°- Salice Salentino 2013
Produtor Tenuta Vignasole. Puglia

4°- montefalco rosso  Molinetta 2009. Produtor Romanelli. Umbria

3°- Nero d'Avola DonnaTà 2013
Produtor Alessandro di Camporeale. Sicilia

2°- Barolo Paolo Scanvino 2005
Produtor Paolo Scanvino. Piemonte

1°- Amarone della valpolicella velluto 2007
Produtor azienda Agricola Meroni. Veneto.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Valpolicella terra de Amarone e terra de Meroni!










Bom dia a todos os apaixonados por vinhos assim como eu. 
Nossa aventura hoje vai se passar na microrregião Valpolicella na região do Veneto,  terra de grandes vinhos já dá época dos romanos, mas hoje vamos ver um pouco sobre a história do Amarone  e ver a degustação que aconteceu na cantina Meroni,  uma pequena vinícola que faz vinhos soberbos.
Na comune de Santo Ambrosio,  uma das 5 comuni onde é permitido fazer o Amarone Docg,  é  a casa da família Meroni viticultores desde 1935,  mas a propriedade já é citada em documentos desde 1706, terra sempre considerada vocada para fazer grandes vinhos.
Meroni desde sempre buscou traduzir com paixão e dedicação a identidade do território,  com vinhos feitos  das uvas autóctones da região,  Corvina,  corvinone,  rondinella e molinara.  Vinhos de grande complexidade e equilibrados,  a parte o valpolicella classico,  que é um vinho simples pra consumir jovem.
Degustei um valpolicella classico superiore 2009,  uma intensidade olfativa muito agradável,  pois não era invasiva,  setores de frutas vermelhas e alguns terciários graça a os 3 anos de amadurecimento em barris de 5 mil litros.  Capacidade de guarda de uns 10 anos ou até mais.
Mas meu voto de excelência vai para o Amarone reserva 2007, no nariz era intenso,  muito complexo e de uma elegância muito notável.
Na boca correspondia a todos os perfumes do bouquet,  cacau,  frutas secas,  tabaco entre outros,  se decantado uma hora antes é uma satisfação bebê-lo até sem harmonização,  sendo um vinho de meditação,  mas pra quem gosta de harmonizar,  aconselho com pratos de carne selvagem,  ou bem saborosos,  vai bem com queijo envelhecido tipo um Parmeggiano Reggiano 36 meses. E claro um ótimo Recioto,  vinho de sobremesa bem equilibrado adequado para tortas secas com castanha. 
Gostaria de agradecer a Katia Meroni que foi muito acolhedora e educada e nos mostrou a Cantina e seus vinhos,  pra quem quiser conhecer a região Veneto e vir à valpolicella,  e claro degustar um ótimo Amarone,  a vinícola Meroni é uma parada obrigatória!
Abaixo o link da vinícola para maiores informações!  Um abraço wine lovers.


http://www.vinimeroni.com/1/




































sábado, 14 de maio de 2016

Italia wine top and excellent

Valpolicella o Coração do Amarone!

Bom dia galera,  logo logo aqui no Blog vocês vão conhecer a história dessa região vitivinícola muito importante da Itália,  fiquem ligados e nos acompanhem!

sábado, 30 de abril de 2016

Receita Risotto a Onda com Bacon Crocante

Ingredientes :

1 litro de caldo kinor de verduras 

50 gramas de manteiga 

100 gramas de queijo tipo parmesão 

Bacon em fatias 

Pimenta do reino 

1 taça de vinho branco 

1cibola 

250gramas de arroz não parbonizado 


Preparando a onda risoto com bacon crocante

1) Para preparar o Risotto a onda Bacon Crocante  picar a cebola e deixe fritar junto com 25 g de manteiga, em seguida, juntar o arroz  e deixe dourar por alguns minutos . Coloque  o  vinho branco, deixe evaporar e deixe cozinhar por mais 15 minutos.

2) Lembre-se de adicionar uma concha de caldo quando o arroz secar. Quando estiver pronto, desligue o fogo , adicione a manteiga que restou e parmesão e misture bem. Deixe descansar por alguns minutos antes de servir .

3) Agora preparar as fatias de bacon. Colocar  em uma assadeira coberta com alumínio e deixá-lo  por alguns minutos dourando no forno quente  . Por fim, polvilhe o risoto com fatias de bacon crocante e pimenta do reino e sirva.

Um vinho pra harmonização aconselho um Barbera d'Asti. 

terça-feira, 19 de abril de 2016

Fattoria Casa di Terra, Bolgheri com elegância!








Um bom dia meus amigos,  com a primavera e lindos dias de sol chegando é sempre bom partilhar bons momentos.  Hoje vocês vão me acompanhar em uma visita que eu fiz ano passado à uma cantina na majestosa zona de Bolgheri na Toscana,  famosa pelos seus grandes vinhos feitos como em Bordeaux,  com cabernet sauvignon,  cabernet franc,  merlot, syrah ou seja uvas de origem francesa.
A vinícola se chama Fattoria Casa di Terra, seus vinhos são de grande expressão e a cada ano que passa mais reconhecidos internazionalmente,  para conhecer melhor esses néctares de Baco  vamos começar a ver quais são os cavalos de batalha dessa notável vinícola.
Chegando à vinícola fui muito bem recebido pela Letizia,  simpática moça que trabalha na recepção,  comecei com o Vermentino com um pequena porcentagem de sauvignon Blanc,  dando uma elegância e uma mineralidade muito boa,  elegante e suave.
Depois passei para os tintos,  o Bolgheri de base chamado Moreccio, feito com as uvas   cabernet sauvignon, merlot e syrah, encontrei muito bom,  com setores de frutas vermelhas,  taninos macios e sedosos,  ótimos para pratos tipicos  de carne da Toscana.
O Lenaia já é um vinho do dia a dia,  simples de  beber,  as uvas usadas são merlot,  malbec e cabernet franc, podendo harmonizar com pratos de carnes não muito elaborados.
Depois  fui para os vinhos mais importantes,  como o Mosaico,  passando por 12 meses em barris de carvalho franceses de segunda passagem,  feito maior percentual de merlot,  e outras porcentagens de cabernet franc e petit verdot,  vinho de grande complexidade e um bouquet sensacional,  com notas de frutas vermelhas maduras,  tabaco,  café,  um grande vinho.
Logo após esse grande vinho,  degustei um maior ainda,  o maronea,  Bolgheri rosso,  o perfeito equilíbrio entre cabernet sauvignon e cabernet franc,  de uma complexidade elegância típicas dos grandes vinhos de Bolgheri.  Um vinho da meditar lentamente.
E por último degustação de uma novidade exclusiva,  degustei o Casa di Terra Bolgheri superiore antes de sair no mercado,  um cabernet franc em pureza,  um presente ao nosso palato,  uma expressão única do cabernet franc na sua pátria de adoção.
E é isso meus queridos,  quem pensa em visitar a região da Toscana e vir a Bolgheri,  a Fattoria Casa di Terra é uma vinícola seguramente  para conhecer.
Abaixo o link para conhecer melhor a vinícola,  um forte abraço e até mais.


http://www.fattoriacasaditerra.com/






















terça-feira, 12 de abril de 2016

Barolo o Rei dos Vinhos e o vinho dos Reis !






Um bom dia nossos amigos enopaixonados, estou voltando hoje para falar do mítico vinho italiano, o grandissimo Barolo um vinho de fama internacional e sem sombras de dúvidas um dos melhores considerado por vários críticos mundiais.
Para entender o porquê è chamado assim vamos conhecer suas origens.
A uva usada para fazer o Barolo se chama nebbiolo, cultivada da tempos imemoriais em Piemonte, região italiana onde é produzido o Barolo, nos municípios de Barolo, Castiglione Falletto e Serra Lunga d’Alba com partes em Monforte d’alba, Novello, La Mora, Verduno, Grizane Cavour, Diano d’alba, Cherasco e Rodi no coração delle Langhe. Mas foi no início do século XVIII que começou a grande reviravolta desse vinho. Com origens aristocratas, no início dos anos oitocentos Giulietta Vittorina Colbert Marquesa de origem francesa, viúva do Marquês Carlo Tancredo Falletti, que era acostumada com os vinhos franceses mais secos, experimentou o vinho feito com uva nebbiolo, mas naquela época não era alcoólico e seco como os vinhos franceses, era um pouco doce lembrando um passito, então a Marquesa chamou o Conde francês Louis Oudart, enólogo de grande experiência na França que vendo como era feito o vinho em Piemonte resolveu fazer o mesmo procedimento que fazia na França.
Iníciou a deixar as leveduras comerem todo o açúcar do mosto para aumentar a graduação alcoólica e assim fazendo um vinho mais seco e corposo, coisa que que não era feita antes da sua chegada, foi graças à Marquesa Giulietta Vittorina Colbert e o trabalho do enólogo Louis Oudart que conhecemos o Barolo de hoje.

Tornou-se assim o vinho dos nobres, usados para festas nas grandes cortes européias, daí a fama de vinho dos Reis e rei dos vinhos. Uma outra passagem histórica e polêmica foi nos anos oitenta com produtores de Barolo que queriam inovar e os chamaram de Barolo boys, praticamente deixaram de usar os Barris grandes chamados de Botte, que são muito maiores que os Barris normais da 225l. Passaram a usar os Barris franceses que conhecemos , acelerando assim o processo de envelhecimento e oxigenação do vinho, e se adequando ao mercado internacional, mas muito produtores tradicionais se mostraram contrários porque assim o Barolo perdia a sua identidade, esse vinho quando se usa os barris grandes sofre uma oxigenação mais lenta, mas que influência no tempo de guarda, resistindo mais a longo que os Barolos inovadores. Mas no final das contas ganha o consumidor com duas versões de um grande vinho. Enfim gente essa è um resumo da história desse grande vinho e quem tiver a oportunidade de vir a Itália e conhecer essa linda região do Piemonte e seus vinhos com sua magnífica história recomendo. Um forte abraço do seu especialista em vinhos italianos Watha Cabral.