quarta-feira, 29 de abril de 2015

Bocale, transformando vinho em poesia!

Olá meus amigos,  como vocês estão?  Hoje é com prazer que vou falar de uma cantina de condução famíliar e de grande potencial. Sempre na bela região da Umbria em Montefalco,  a vinícola se chama Bocale que na linguagem da zona significa mais ou menos um caneco de vinho ou óleo de oliva e também como era conhecida a família na região .
  A origem da cantina é baseada em origens do início de 1940 ou até mesmo antes,  quando a família Valentini fazia óleo de oliva e vinho para consumo familiar , sempre trabalharam com a terra e sempre valorizaram a zona a qual pertencem.
Depois de muitos anos trabalhando com Oliveiras,  no início do ano 2002 a família Valentini decidiu interpretar a vocação do território para fazer vinhos,  e com muita paixão e dedicação nasceu a empresa Bocale.  Com simplicidade e audácia a família conduz a produção do vinho sagrantino de maneira artesanal e de grande  expressão.  São vinhos que falam por si só,  desde o autóctono citado acima ao Montefalco Rosso e o Sagrantino passito,  é poesia pura transmitida em uma garrafa de vinho.  Muito boa e de grande caráter a Grappa feita de Sagrantino,  que seria um tipo de água ardente.  Degustei os vinhos da vinícola Bocale e foi como sentir o território de montefalco na minha pele,  a diferença entre um bom produto e um excelente é a paixão e força de vontade que alguém coloca no que faz, e isso não faltou nesses vinhos.
  O Sagrantino Bocale é intenso, elegante e não deixa a desejar,  um vinho complexo e da meditação. O Montefalco Rosso é menos agressivo,  mas também é muito bem estruturado e tem sua complexidade, aconselho com carne vermelha e queijo envelhecido.  O sagrantino passito é sensacional ótimo para acompanhar tortas de frutas vermelhas e bolo seco.
Ter conhecido a cantina Bocale foi como mergulhar na cultura do vinho de Montefalco, expressão do território feita de maneira natural e responsável, sem agredir a natureza e mantendo respeito pela terra que dá os frutos a quem a respeita.
Gostaria de agradecer a Valentino Valentini e Família pela acolhida e por ter mostrado como se faz bons vinhos com amor e dedicação a um território que nasceu para brilhar no mundo do vinho.
Saúde a todos!


domingo, 26 de abril de 2015

Agricola Romanelli, vinho de excelência em Montefalco!



 Italia é um país muito lindo onde a vinho faz parte da cultura de norte a sul, e dessa vez eu resolvi passar em uma região muito linda e que tem muita história,  estou falando da Umbria no centro do país. Terra de São Francisco, mas hoje vou falar da zona de montefalco dentro dessa região linda, lugar de um terroir excelente para fazer vinhos, dentre muitos a fama fica com o Sagrantino,  videira autóctone da mesmo lugar.
E foi nessa zona que tive a oportunidade de conhecer a Cantina Romanelli,  empresa que nasceu Amadeo e Constantino Romanelli, pai e filho decidiriam dedicar-se por completo a agricultura em a São clemente de montefalco,  começaram com o óleo de oliva,  e com o passar dos anos e  as gerações da família, deram vida a cantina,  em 2002 começaram com as primeiras videiras de Sagrantino , um passo dado da Devis Romanelli,  apaixonado pela viticultura e sabendo do potencial da terra para fazer excelentes vinhos. Ao chegar à propriedade se percorre uma estrada cercada de árvores de oliva e com uma paisagem deslumbrante da natureza, sendo cituada em uma colina com um lindo panorama de tirar o fôlego.
As primeiras botilhas saíram em 2007,  vinhos feitos com dedicação e tudo com cuidado.  A escolha foi fazer vinhos de qualidade e tudo natural,  ou seja tudo biológico, sem fertilizantes para não influenciar na qualidade da uva. Só posso dizer que degustei os vinhos Romanelli e são verdadeiramente vinhos que representam o território de montefalco,  vinhos de caracter  próprio e alta qualidade.  Um produto feito com dedicação e salvaguarda não só a excelência, mas também a preocupação para manter a natureza intacta a ação do homem. 
Agora vou descrever os vinhos que degustei e digo que vale a pena bebê-los.
O primeiro foi o Grechetto,  vinho branco que passa por tanques de aço e de 2 meses de botilha antes de sair no mercado,  cor amarelo palha com reflexos dourados, muito elegante e com perfumes intenso, com notas de pera,  em boca é fresco, ótima acidez.  Bom corpo e sabor intenso.
Aconselho com sopa de verduras,  peixe assado, carne branca e queijos frescos.  Temperatura de serviço.12 graus. 
  Depois provei o Montefalco Rosso,  feito com 65% sangiovese, 15% sagrantino, 10% merlot e 10% Cabernet sauvingon. Vinho de bom caracter,  perfume de grande intensidade,  no nariz lembra frutas vermelhas tipo amora, cereja,  cor vermelho rubi.  Na boca é amplo e quente, complexidade equilibrada. Harmoniza muito bem com carne vermelha e branca salames e queijo envelhecido temperatura de serviço 17 Graus.
A vez agora foi do imperador de montefalco,  ou seja o vinho top da Umbria e no meu ver um dos melhores tintos italianos,  o Sagrantino di montefalco,  vinho feito com uva 100% sagrantino,  vinho feito com muita maestria, cor vermelho rubi com reflexos granado, no nariz é caracterizado com elegante setor frutado com notas amora, ameixa o elegantes setores de lenha. Em boca é de grande estrutura,  muito persistente e equilibrado. Um dos melhores sagrantino que já bebi.
Harmonização ideal com carne de caça, arrosto e queijo picante. Temperatura de serviço 18 graus.
Por último foi o sagrantino passito, cor vermelho rubi com tendência ao granado, no nariz é rico de setor  de amora e confeitaria e frutos silvestres. É muito elegante e com tons de canela. Em boca é fino e equilibrado com o açúcar com um final de frutas vermelhas.
Harmoniza muito bem com tortas de frutas vermelhas , chocolate e queijos envelhecidos. Temperatura de serviço 16 graus.
Vale a pena dizer que Todas as videiras da Agrícola Romanelli são citadas entre 350 e 500 metros sobre o nível do mar, terreno argiloso e calcário rendendo a situação pedoclimatica ideal para grandes vinhos.
Obrigado a Família Romanelli pela acolhida.
Aconselho a quem passar pela região de montefalco a Cantina Romanelli é uma parada satisfatória.
Saúde a todos.

terça-feira, 21 de abril de 2015

Cesconi tradição vinícola de qualidade!


A bela região de Trento não é conhecida só pelas paisagens paradisíacas, mas também pela sua grande vocação vinícola, é nessa bela região que hoje vamos conhecer a cantina Cesconi.  guiada pelos irmãos Alessandro, Franco, Roberto e Lorenzo Cesconi.
A cantina fica no município de lavis no pequeno distrito de  Pressano. Com grande vocação para fazer vinhos,  principalmente brancos, graças ao seu terreno de origem rochosa e arenito.
Uma empresa guiada pela paixão dos irmãos pela terra levou a criação de vinhos de altíssima qualidade,  começando pelo ponto forte que são os vinhos brancos!
Degustei todos e fiquei muito entusiasmado com a expressão do território nos vinhos,  o inconfundível gwistraminer com seus perfumes florais,  o chardonnay de muita qualidade,  Manzoni Bianco,  pinot grigio,  em fim essas vinhas encontraram um terroir excelente a Pressano. 
E não foram só esses vinhos não,  os tintos também são muito bons, desde o pletter, lagrein inconfundível. Outro vinho tinto muito bom é o pivier,  un bland de merlot e Cabernet Franc,  vinho de grande caráter e de perfume intenso,  ótimo para harmonizar com carne e pratos bem saborosos.
E claro para fechar com chave de ouro,  o espumante método clássico Blauwal,  feito de uva chardonnay,  muito fresco e que não deixa a desejar a nenhum champagne.
Para terminar só posso aconselhar a quem deseja um dia passar férias em Trento,  a Cantina Cesconi é parada obrigatória.
Saúde e até mais!
 





sexta-feira, 10 de abril de 2015

Cà dei Frati, uma agradável surpresa!


   Olá meus amigos tudo bem com vocês?  Hoje fazendo um passeio de família na cidadezinha de Sirmione na província de Brescia na região de Lombardia tive uma agradavel surpresa. Essa aconchegante cidade fica perto de um Lago entre três regiões da italia, Veneto, Lombardia e Trentino Alto Adige, conhecida por sua história e suas águas termais. 
Mas não fica só nisso sua fama,  essa região também é conhecida por seus vinhos brancos, o mais famoso o Lugana, feito da uva turbiana. É aqui que começa nossa aventura,  passando na frente dessa cantina da qual eu já tive a oportunidade de degustar o vinho Lugana, resolvi entrar com minha família e conhecê-la pessoalmente. 
  A cantina Cà dei Frati era já citada no ano de 1782 como atesta um documento, que cita uma casa com cantina em Lugana no municipio de Sirmione conhecida como Luogo dei Fratti. Era 1939 quando Felice Dal Cero, filho de Domenico, já viticultor na região Veronese, se transferiu naquela casa, em Lugana di Sirmione. Passaram  trinta anos de trabalho entre cantina e vinha e o filho de Felice,  chamado Pietro no ano de 1969 participa do nascimento da DOC do vinho Lugana.
  A cantina cresceu e com ela a qualidade dos seus vinhos. Degustei dois tipos de Lugana,  o normal com passagem só em aço inox,  ótimo, muito mineral, fino e elegante, com perfumes de flores brancas. O outro Lugana foi o Brolettino, com vinificação em aço inox e 10 meses em barris franceses. No nariz se sente frutas maduras como pera, maçã amarela. Muito bem estruturado. 
   Ótimo também os vinhos tintos,  o Ronchedone feito das uvas Marzemino, sangiovese e Cabernet sauvingon, perfumes de frutas vermelhas.  Potente e incisivo no palato. E o Grande Amarone Pietro Dal Cero  homenagem ao dos grandes nomes que iniciou a cantina. De cor vermelho rubi,  perfumes de frutas vermelhas e setores secundários com nota de tabaco.  Um vinho excelente.

  Foi uma linda visita acompanhada do jovem Mattia, rapaz muito educado que nos fez ver o estabelecimento e nos descreveu os vinhos e a història da empresa. Em fim uma cantina que no meu ver faz os melhores vinhos de Lugana, qualidade e preço exemplo de que para haver um bom vinho não precisa gastar uma fortuna, parabèns para a cantica Cà dei Frati.
Arrivederci!!!









segunda-feira, 6 de abril de 2015

ViniItaly 2015, uma feira pra lá de sensacional!

O mês de março passou e deixou para trás um grande evento que ficou marcado para quem é apaixonado por vinhos. Nunca tinha ido presenciar uma feira do setor vinícolo, mas chegando a Verona e vendo a dimensão da viniItaly fiquei boquiaberto com sua dimensão, e não só isso, mas a organização foi ótima.
Deixando de lado como fiquei ao chegar à feira, vamos falar sobre ela, pra quem não sabe, a viniItaly é a maior feira do mundo no setor dos vinhos,  expositores de toda a Itália e do mundo, e na 49 edição da feira não faltou pequenos e grandes produtores que trouxeram seus vinhos e mostram porque os italianos são considerados um povo com vocação a cultura  vinícola. 
                                     
Tive a oportunidade de degustar vários vinhos de diversas regiões, abaixo vou descrever algumas cantinas e seus respectivos produtos que me deixaram muito animado por conta da qualidade.
   Fattoria Monte Fasolo: cantina localizada na micro região colli euganei, provincia de Padova na região veneto, degustei alguns de seus vinhos tintos muito bons, entre eles um merlot em pureza chamado la rochia, mesmo avendo passado só pelo tanque de inox, é muito bem estruturado, equilibrado entre acidez,corpo e sapidez.  Perfume intenso de frutas. 
Mas entre seus maravilhosos vinhos aquele que me deixou muito entusiasmado pela sua qualidade foi um espumante doce chamado fior di arancio, feito de moscato giallo fior di arancio,  muito agradável, ideal para acompanhar tortas e doces. Premiado pela revista internacional Decanter, em Hong-Kong venceu medalha de ouro na sua categoria.
Uma cantina piemontese que me surpreendeu foi a Montaribaldi, com barolos e barbarescos de altíssima qualidade, quem vai na zona de Barolo não pode deixar de visitar.   
Andando mais abaixo no sul da Itália degustei vinhos sensacionais da região Campania,  a cantina que me deixou muito entusiasmado com seus produtos foi a Cantine Astroni, seus vinhos brancos falanghina, greco di tufo, fiano di Avellino muito bons e com uma acentuada mineralidade prazerosa. O tinto piedirosso era muito equilibrado, ideal para pratos de carne. Maravilhoso também era o seu espumante feito com a uva falanghina, nunca tinha esperimentado, me surpreendeu. 
Em fim a feira foi maravilhosa e te faz conhecer bem o mercado vinícolo da italia, seus produtos e dá a oportunidade de quem trabalha com vinhos de conhecer vários produtores que te fornecem produtos de uma ótima qualidade e com preços muito interessantes, que no meu ponto de vista são ideais para o mercado brasileiro.
Até mais e saúde!










domingo, 5 de abril de 2015

Sassicaia o Primeiro super toscano!!!

O nome Sassicaia pode não ser muito conhecido para alguns, mas posso dizer que quem gosta de vinhos deve saber a história dele, que é um dos vinhos mais caros a apreciados da Itália. 
Entre os anos 30 e 40, um senhor chamado Marquês Mário Incisa Della Rocchetta, de família nobre, criador de cavalos e apreciador de bons vinhos franceses, morava na Maremma di Livorno, zona costeira da Toscana. Uma vez, bebendo vinhos da região Bordeaux e vendo a grande qualidade daqueles vinhos, resolveu tentar fazer algo semelhante.
Bordeaux
Estudou o clima e a terra francesa e voltando para Toscana, foi ver a sua propriedade, que é localizada em Bolgheri, um pequeno distrito da cidade de Castagnetto Carducci.
Ao começar, notou a grande semelhança entre o terreno e a exposição ao sol, a mesma altitude de 350 metros ao nível do mar, ou seja, tinha tudo para dar certo. Então, plantou algumas videiras de Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc, iniciando assim uma experimentação naquele lugar da Toscana, tido antes como uma terra inadequada para grandes vinhos.
As primeiras garrafas de Sassicaia saíram em 1944, mas até os anos 60 era só para consumo familiar. No início da década começou a ser comercializado, mesmo sendo menosprezado pelos outros produtores, porque era um produto fora do sistema, mas alguns críticos de vinho começaram a degustar esse novo ?produto?, entre eles Veronelli, grande entendedor de vinho, o qual apreciou essa novidade.
No início, quando experimentaram as primeiras garrafas, se notou que beber o Sassicaia jovem era um pouco difícil, era um vinho duro e áspero, como seus primos de Bordeaux, mas notou-se que envelhecendo ele se demonstravaum grande vinho de caráter próprio.
Foi só no ano de 1978 que o Sassicaia teve notoriedade no mundo todo, pois naquele ano o guru Internacional dos vinhos Hugh Jonhson levou um exemplar para a degustação à cegas, organizada pela renomada revista Decanter. Entre 33 Cabernets do mundo todo, deveriam decidir qual o melhor, e o vinho desconhecido da Toscana saiu vitorioso. 
Depois disso se tornou um mito e sinônimo de excelência no mundo do vinho.
Mesmo depois de ser considerado um grande vinho, esse novo e inovador néctar dos deuses não podia ser enquadrado entre os grandes vinhos italianos, porque não respeitava nenhuma das regras impostas pelo governo, sendo considerado um VDT ( Vino da Tavola). Ou seja, um vinho de baixa qualidade. Para quem não sabe, os vinhos italianos são divididos em VDT, já citado, IGT (Indicazione Geografica Tipica),DOC (Denominazione di Origine Controllata) e DOCG (Denominazione di Origine Controllata e Garantita).
Isso foi mudando, pois o vinho foi sendo cada vez mais reconhecido. Depois dele, outros viticultores seguiram seu exemplo e começaram a surgir outros vinhos derivados dos vinhos de Bordeaux, como Ornelaia, Solaia, etc. 
Surgiu assim os Super Toscanos, vinhos que não eram qualificados dentro das regras dos melhores vinhos italianos, mas eram bons ou até melhores que eles. Então, no ano  de 1983 foi criado a DOC Bolgheri Sassicaia, exclusiva para os vinhos feitos naquele terreno da Tenuta San Guido, que pertence à família Incisa della Rocchetta. E assim começou a história desse notável e grande vinho Toscano, com um pouquinho de França, mas totalmente italiano.

A arte da decantação!





Olá meus amigos do caçadores de vinho, estou aqui para falar com vocês sobre esse tema super legal que é a decantação!
Para começar vamos esclarecer o que é, e para que serve a decantação. Em primeiro lugar o ato de decantar nada mais é que passar o vinho da garrafa para um recipiente de cristal o vidro, que serve pra separar o vinho dos resíduos sólidos, adquiridos obviamente por vinhos de guarda que com o passar do tempo acumularam partículas no fundo da garrafa.
Mas não é só para separar o vinho de partes sólidas que serve o Decanter, uma outra função muito importante é a de oxigenar o vinho, liberando o perfume do vinho depois que ficou muito tempo preso. Sendo assim vinhos muito velhos que ficaram trancados por anos na garrafa precisam de oxigênio para acordar seus perfumes e liberar seu potencial, mas atenção, nem todos os vinhos de guarda são indicados para decantação, aqueles com mais de vinte anos não suportam uma oxigenação muito rápida porque pode mudar suas propriedades originais.
Em vez disso ,vinhos Velhos assim seriam melhor serem oxigenados na taça e acompanhar a evolução lentamente, visto que taças largas são como pequenos decanter.
Quando se bebi vinhos de guarda no momento do uso do decanter se deve usar uma vela acessa em baixo da botilha , criaando uma atmosfera muito linda de se ver e serve para ver na garrafa quando se chega às partes sólidas para evitar de versar e depois beber essa parte .
É interessante dizer que o Decanter vai usado também para alguns vinhos jovens, e alguns brancos que apresentam anidrido sulforoso em excesso no período de adolescência, fazendo com que sejam fechados, o com uma decantação melhoram. Em vez é inútil abrir a garrafa algumas horas antes já que o gargalo da botilha não tem  espaço bastante para oxigenar. Notamos que para separar o vinho dos resíduos só tem uma maneira, em vez para oxigenação precisa saber escolher, só uma questão de tempo. A decantação tem sua arte na qual cada sommelier é orgulhoso e para fazer como se deve lembre-se, as ferramentas necessárias são, um decanter em cristal ou vidro transparente, uma vela e uma taça, todo o resto é com vocês.

Um forte abraço e saúde.