sábado, 30 de abril de 2016

Receita Risotto a Onda com Bacon Crocante

Ingredientes :

1 litro de caldo kinor de verduras 

50 gramas de manteiga 

100 gramas de queijo tipo parmesão 

Bacon em fatias 

Pimenta do reino 

1 taça de vinho branco 

1cibola 

250gramas de arroz não parbonizado 


Preparando a onda risoto com bacon crocante

1) Para preparar o Risotto a onda Bacon Crocante  picar a cebola e deixe fritar junto com 25 g de manteiga, em seguida, juntar o arroz  e deixe dourar por alguns minutos . Coloque  o  vinho branco, deixe evaporar e deixe cozinhar por mais 15 minutos.

2) Lembre-se de adicionar uma concha de caldo quando o arroz secar. Quando estiver pronto, desligue o fogo , adicione a manteiga que restou e parmesão e misture bem. Deixe descansar por alguns minutos antes de servir .

3) Agora preparar as fatias de bacon. Colocar  em uma assadeira coberta com alumínio e deixá-lo  por alguns minutos dourando no forno quente  . Por fim, polvilhe o risoto com fatias de bacon crocante e pimenta do reino e sirva.

Um vinho pra harmonização aconselho um Barbera d'Asti. 

terça-feira, 19 de abril de 2016

Fattoria Casa di Terra, Bolgheri com elegância!








Um bom dia meus amigos,  com a primavera e lindos dias de sol chegando é sempre bom partilhar bons momentos.  Hoje vocês vão me acompanhar em uma visita que eu fiz ano passado à uma cantina na majestosa zona de Bolgheri na Toscana,  famosa pelos seus grandes vinhos feitos como em Bordeaux,  com cabernet sauvignon,  cabernet franc,  merlot, syrah ou seja uvas de origem francesa.
A vinícola se chama Fattoria Casa di Terra, seus vinhos são de grande expressão e a cada ano que passa mais reconhecidos internazionalmente,  para conhecer melhor esses néctares de Baco  vamos começar a ver quais são os cavalos de batalha dessa notável vinícola.
Chegando à vinícola fui muito bem recebido pela Letizia,  simpática moça que trabalha na recepção,  comecei com o Vermentino com um pequena porcentagem de sauvignon Blanc,  dando uma elegância e uma mineralidade muito boa,  elegante e suave.
Depois passei para os tintos,  o Bolgheri de base chamado Moreccio, feito com as uvas   cabernet sauvignon, merlot e syrah, encontrei muito bom,  com setores de frutas vermelhas,  taninos macios e sedosos,  ótimos para pratos tipicos  de carne da Toscana.
O Lenaia já é um vinho do dia a dia,  simples de  beber,  as uvas usadas são merlot,  malbec e cabernet franc, podendo harmonizar com pratos de carnes não muito elaborados.
Depois  fui para os vinhos mais importantes,  como o Mosaico,  passando por 12 meses em barris de carvalho franceses de segunda passagem,  feito maior percentual de merlot,  e outras porcentagens de cabernet franc e petit verdot,  vinho de grande complexidade e um bouquet sensacional,  com notas de frutas vermelhas maduras,  tabaco,  café,  um grande vinho.
Logo após esse grande vinho,  degustei um maior ainda,  o maronea,  Bolgheri rosso,  o perfeito equilíbrio entre cabernet sauvignon e cabernet franc,  de uma complexidade elegância típicas dos grandes vinhos de Bolgheri.  Um vinho da meditar lentamente.
E por último degustação de uma novidade exclusiva,  degustei o Casa di Terra Bolgheri superiore antes de sair no mercado,  um cabernet franc em pureza,  um presente ao nosso palato,  uma expressão única do cabernet franc na sua pátria de adoção.
E é isso meus queridos,  quem pensa em visitar a região da Toscana e vir a Bolgheri,  a Fattoria Casa di Terra é uma vinícola seguramente  para conhecer.
Abaixo o link para conhecer melhor a vinícola,  um forte abraço e até mais.


http://www.fattoriacasaditerra.com/






















terça-feira, 12 de abril de 2016

Barolo o Rei dos Vinhos e o vinho dos Reis !






Um bom dia nossos amigos enopaixonados, estou voltando hoje para falar do mítico vinho italiano, o grandissimo Barolo um vinho de fama internacional e sem sombras de dúvidas um dos melhores considerado por vários críticos mundiais.
Para entender o porquê è chamado assim vamos conhecer suas origens.
A uva usada para fazer o Barolo se chama nebbiolo, cultivada da tempos imemoriais em Piemonte, região italiana onde é produzido o Barolo, nos municípios de Barolo, Castiglione Falletto e Serra Lunga d’Alba com partes em Monforte d’alba, Novello, La Mora, Verduno, Grizane Cavour, Diano d’alba, Cherasco e Rodi no coração delle Langhe. Mas foi no início do século XVIII que começou a grande reviravolta desse vinho. Com origens aristocratas, no início dos anos oitocentos Giulietta Vittorina Colbert Marquesa de origem francesa, viúva do Marquês Carlo Tancredo Falletti, que era acostumada com os vinhos franceses mais secos, experimentou o vinho feito com uva nebbiolo, mas naquela época não era alcoólico e seco como os vinhos franceses, era um pouco doce lembrando um passito, então a Marquesa chamou o Conde francês Louis Oudart, enólogo de grande experiência na França que vendo como era feito o vinho em Piemonte resolveu fazer o mesmo procedimento que fazia na França.
Iníciou a deixar as leveduras comerem todo o açúcar do mosto para aumentar a graduação alcoólica e assim fazendo um vinho mais seco e corposo, coisa que que não era feita antes da sua chegada, foi graças à Marquesa Giulietta Vittorina Colbert e o trabalho do enólogo Louis Oudart que conhecemos o Barolo de hoje.

Tornou-se assim o vinho dos nobres, usados para festas nas grandes cortes européias, daí a fama de vinho dos Reis e rei dos vinhos. Uma outra passagem histórica e polêmica foi nos anos oitenta com produtores de Barolo que queriam inovar e os chamaram de Barolo boys, praticamente deixaram de usar os Barris grandes chamados de Botte, que são muito maiores que os Barris normais da 225l. Passaram a usar os Barris franceses que conhecemos , acelerando assim o processo de envelhecimento e oxigenação do vinho, e se adequando ao mercado internacional, mas muito produtores tradicionais se mostraram contrários porque assim o Barolo perdia a sua identidade, esse vinho quando se usa os barris grandes sofre uma oxigenação mais lenta, mas que influência no tempo de guarda, resistindo mais a longo que os Barolos inovadores. Mas no final das contas ganha o consumidor com duas versões de um grande vinho. Enfim gente essa è um resumo da história desse grande vinho e quem tiver a oportunidade de vir a Itália e conhecer essa linda região do Piemonte e seus vinhos com sua magnífica história recomendo. Um forte abraço do seu especialista em vinhos italianos Watha Cabral.


















segunda-feira, 11 de abril de 2016

Fattoria Del PIccione Vinhos da Riviera Romagnola para Descobrir|



Olá meus queridos cheguei, hoje vamos falar da vinícola
Fattoria del Piccione, memorizem esse nome,  pode não ser conhecido mas logo será.  Na região Emilia Romagna na província de Rimini situada entre colinas perto do mar, na cidadezinha San Savino di Monte Colombo,  teve início nos anos oitenta com a paixão de  Vitaliano Pasini pelo vinho,  dando início a Fattoria del Piccione.
 Hoje a conduzir a vinícola é seu filho Stefano Pasini,  que foi quem me recepcionou calorosamente e me mostrou a cantina e seus vinhos produzidos com amor e dedicação,  que resulta na alta qualidade dos produtos feitos pela mesma. 
Como na Romagna cordialidade é o que não falta,  depois de me explicar como nasceu a vinícola fomos para uma mesa de degustação e foi ali que começou minha viagem pelos sabores e perfumes desses vinhos maravilhosos.
Começei com o Espumante brut método Charmat,  com cor amarelo palha,  seco e com uma ótima acidez,  ótimo para fazer um aperitivo com os amigos. Depois senti o Espumante brut Rosé,  sempre metodo Charmat de uma cor rosé bem vivaz,  achei esse aqui mais equilibrado do que o primeiro espumante brut. Ótimo para acompanhar um prato de peixe,  salame e claro como um bom aperitivo.
  Chegando ao fim dos Espumantes parti para os brancos,  iniciei com Il Furioso,  um vinho frizzante perfeito para pratos de peixe no geral e para momentos de discontração,  as uvas usadas são chardonnay e outras variedades ,  mas entre os brancos que senti o que me deixou com água na boca foi o Villa Massani,  vinho feito com Rebola e sauvignon Blanc,  com notas florais e frutas brancas delicadas, vinho com uma ótima estrutura e de perfumes intensos,  conseguidos com uma rápida passada por barris de carvalho,  uma jóia branca encontrada na província de Rimini.
Entre os tintos um simples de boa estrutura e para o dia a dia é o Il Boccanera Romagna DOC Sangiovese,  100 % sangiovese che honra o uva ícone da Itália!  Mas meus amigos o protagonista entre todos é o vinho tinto Riserva Angello Sangiovese DOC Superiore Riserva,  dois anos em barris de carvalho, produzido só nos melhores anos de colheita,  complexo,  elegante e intenso,  um grande vinho sem sombras de dúvidas,  para acompanhar pratos importantes de carne vermelha,  carne de caça,  e claro um vinho da meditação!
A vinícola tem uma gama mais ampla para todos os palatos,  mas decide falar daqueles que no meu ponto de vista tem algo a mais,  para que quer conhecer melhor a vinícola vou deixar o link do site.  E obrigado à Stefano pela calorosa acolhida.  Até mais caçadores de vinho!


http://www.fattoriadelpiccione.it/